segunda-feira, 16 de abril de 2012

Voltando pra dentro de mim...

Tem dias que a gente para e pensa...que vontade de voltar pra dentro do utero de minha mãe... Começar um caminho de volta antes que a volta possa voltar a faltar.
Ter que ser dono de nos mesmos nem sempre é o tempo inteiro bom. Muitas vezes nos pegamos com uma vontade de sermos protegidos, cuidados, embalados e ninados. Bom não ter historias pra lembrar, cuidar, inventar. Bom termos toda inrresponsabilidade que a idade permite. Bom ter um peito pra mamar, um ombro pra chorar, sem ninguem pra avaliar, sensurar, questionar.
Como é bom ser...

    começo a voltar..e é bom!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Simpatia

Existe uma empatia muito grande com algumas pessoas, outras, ao contrario, nos sentimos instantaneamente avessos a elas.  Mas acredito que aí é que esta a nossa verdadeira evolução. Gostar de quem gosta da gente, com quem nos identificamos e criamos um vínculo de cara é muito fácil. Não precisamos de esforços. Agora, daquelas pessoas que temos aquele: não gostei, tem alguma coisa que não afinou, não simpatizei aí sim que o bicho pega. É um grande desafio, além de exercitarmos o nosso lado humano e justo. Só que tem que ser sincero.  Fingir que é possível não vai durar muito tempo, logo seremos descobertos. O trabalho é ainda muito maior.  Vamos ter casos que vai ser humanamente impossível transpor, mas penso que a balança então vai pender pelo esforço, pela capacidade de ter boa vontade em tentar sempre e principalmente tendo em mente que se não podemos ama-las então também não odiá-las.  Melhor, bem melhor assim, aos poucos caminhamos em direção ao Bem maior. Pensem comigo nisso.

Dinheiro


Precisamos dele para viver, sobreviver e ate para morrer.  Mas me incomoda pensar que ele pode se não tomar cuidado, passar a mandar em nossas vidas.  Ele é ótimo porque nos proporciona coisas boas como conforto, mas não pode nos deixar soberbos, achando que somos melhores do que aqueles que nada ou pouco tem.  Dívidas para mim é um tormento, realmente me tira o sono.  Morro de vergonha de pensar que possa ser cobrada. Não compreendo como tem pessoas que passam a manipular outras com o poder do dinheiro. É cruel.  Mas tem pessoas que possuem muito e tem uma simplicidade natural que chega a beira da ingenuidade. Eu digo que são pessoas muito especiais.  Usam o dinheiro com muita responsabilidade e dignidade, a estas pessoas eu,  tiro o chapéu. 

domingo, 5 de dezembro de 2010


Sorte..
O que vem a ser sorte? É contrario do azar, ate aí morreu Neves (chiii, a nova geração não vai entender essa expressão), me pego pensando muito nisso.  Ter ou não ter, ser ou não ser? É complicado, minha gente. Eu tenho um trabalho que basicamente dependo muito dela. Digo que estou chutando na trave todo o dia e que qualquer hora eu chuto em gol, faço o gol e corro pro abraço dos que são próximos a mim.  Mas ta duro viu. Estou nessa espera já tem três meses.  Brinco com minha filha que vou pra encruzilhada, fazer o que. Não sei, mas não falam que é bom?  Tomar um bom banho de descarrego também ajuda, mas o que acho que ajuda mesmo é me segurar com meu Velhinho La de cima.  Mas quanto à sorte, é estranho porque quando uma coisa começa dar errado parece que as outras querem correr atrás. Tudo da errado.  E, enquanto não esgotar essa onda de (bate na madeira) AZAR, a SORTE não volta. Então aproveito aqui e peço aos meus seguidores que pensem muito positivo e me mandem uma ótima vibração, penso que logo logo vou escrever que meu gol saiu. Boa Sorte.

domingo, 28 de novembro de 2010

Quem sabe andar de bicicleta nunca mais esquece.

E quem não sabe?
Pois é, quem não sabe aprende ou tenta. Hoje tive a oportunidade de presenciar uma cena completamente fora do meu cotidiano. Um adulto aprendendo a andar de bicicleta. Por sinal uma mulher, digo isso na esperança que sendo uma mulher tudo seria mais fácil. Levando em consideração, me desculpem os homens, que são inteligentes e muito mais espertas para a arte do aprendizado.  Claro que toda regra tem exceções, essa teve. Quem disse que essa senhora conseguia manter-se em cima da magrela? Ninguém, nem eu mesma.  A cena continuava como se fosse um filme de Fellini, A senhora fazia zigue zagues, tirando fininho dos automóveis que iam e vinham.  Pensei com meus botões, não seria uma nova maneira de tentar o suicídio? Um tanto exótica, mas era possível, assim não ficaria um só o culpado, mas vários. Vários motoristas, porque um atropelava e os outros davam cabo das sobras, nossa.  Se vocês pensam que ela estava só nessa aventura suicida, enganam-se. Havia um cúmplice, sim o acompanhante, marido, amigo (só se fosse da onça), não sei..  Só sei que o infeliz ria que só vendo, creio que da possibilidade, sendo marido, de ficar viúvo. Ele fingia que corria logo atrás, mas na certa rezava para que ela ganhasse velocidade e assim o livraria de ser co-autor do crime. Meus amigos, a cena final foi realmente emocionante, me levou as lagrimas.  A senhora num gesto de verdadeira heroína pedalou muito e com o rosto ao vento soltou as mãos do guidom, levando-as para o alto, penso que num derradeiro pedido a Deus, se arrependendo do possível suicídio, Conseguiu, pedalou, pedalou e nunca mais voltou. Eu fiquei sabendo, depois que quem queria livrar-se de quem era ela.  Ela pedalou para a liberdade. Ele proibiu qualquer um de  tocar no nome desse objeto com duas rodas apelidado por muitos de Magrela. Magrela, pode?

sábado, 27 de novembro de 2010

Receita para um casamento feliz.


Vocês casam ou juntam ou se amontoam primeiro.  Depois lutem pelo pão de cada dia, pelo extra, pelo supérfluo. Sem planejar ou planejando, as duas coisas talvez venham os filhos. Aí o bicho começa a pegar, sabe aquele namoro tranqüilo com todo o tempo do mundo?  Cada vez mais raro. A briga se intercalou com momentos de extrema doçura. Você se sente uma verdadeira adolescente em um momento e após alguns como se es tivesse entrado na menopausa. Loucura total.  Quando teu companheiro achar que te conhece totalmente e que nada mais vai surpreendê-lo. surpresa, La vem você colocando todas as teorias por terra. Tem a crise realmente dos cinco anos, dez, quinze, vinte e assim por diante. Acho mesmo que você nunca vai ficar livre delas. Tem a crise da idade, da tua e do companheiro. Chega um dia como mágica você entra num mar calmo e sem marolas. Você pensa que, finalmente tudo é previsível a partir de agora e nada vai abalar. Os filhos se foram, cada qual cuidando de suas próprias vidas.  Nos já mais calmos, mais sábios podemos curtir uma paz conjugal.  Nessas alturas vocês completaram 35 anos de casados. É tempo com muito tempo vivido Olhando La atrás um filme passa pelas cabeças de vocês. E a vida diz... não percam amanhã os melhores momentos... Começam tudo outra vez.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Não me Encaixo


Tenho pensado muito, ultimamente. O governo trata seu povo como filhos, certo? Errado. Filho mais velho na maior regalia, ganha o maior pedaço, os mais belos elogios, os melhores presentes e por aí vai. O filho mais novo por sua vez porque é mais novo merece todo o chamego do mundo. Ganha brinquedos, não tem muita qualidade é verdade, mas o que vale pra ele é a quantidade.  Os privilégios são muitos, desde brincar de casinha, ter sempre um lugar na fila da escola, e agora até celular, coisa de gente grande, vai ganhar. E nos, filhos do meio, como se diz, os intermediários? Incrível, não ganhamos presentes, nem chamegos, e nem nada mais. Somos grandes para brincar de casinha, grandes para ficar na fila, grandes, grandes, grandes. Deixemos de metáforas e caímos logo na real. Nossa classe não é remediada,não é alta, somos aqueles que não estão nem aqui e nem lá. Nosso Credito, não foi feito pra nós. Exigir dois fiadores é brincadeira. Quem tem pode pegar emprestado sem problemas consegue um dinheirão até para investir e ganhar dinheiro com isso, o juro do empréstimo é tão baixo. É vale isso, vale aquilo, mas o que não vale mesmo é a gente receber.  Escola 0800 nem pensar. Nossos filhos não conseguem fazer um cursinho, pois é caro de mais. A faculdade pública fica para quem?  Os que podem pagar. É claro que tem aquelas cotas, que não são pra nós, são para os filhos menores. Confesso que revoltada estou, trabalho como louca e o que consigo? Tem quem pergunte como posso ter dívidas? O melhor é só contar com o que ganho porque tenho que viver dentro do meu orçamento, tenho que aprender a não reclamar e como vaquinha de presépio que tudo sabe, tudo vê, e baixa a cabeça pra tudo, vive a maioria, da compaixão humana. É pouco ou quer mais? Realmente não me encaixo.